quinta-feira, 14 de abril de 2011

Tecnologia. Por, Bruno Henrique Rocha de Oliveira.




O homem e a tecnologia


Na atualidade, o mundo em que vivemos esta cada vez mais globalizado, no qual as transformações da tecnologia ao passar dos anos se tornou intensa e constante, se tornando presente e fundamental na vida de qualquer pessoa, em diversos momentos do cotidiano. Essa existência faz com que as pessoas usufruam, e dependam cada vez mais das facilidades que ela proporciona. Entretanto, existem aqueles que se viciam de forma negativa e, ainda, os que são excluídos de alguma forma da sociedade por não aderirem a essas novidades.

Ocorre que nada em excesso é bom, e tal fato não é diferente em relação à tecnologia. O grande número de carro nas ruas vem ocasionando, todos os dias, diversos quilômetros de engarrafamento, em muitas das vias das cidades brasileiras. A tamanha quantidade de páginas na internet pode também ser vista como banalização da informação, permitindo muitas vezes a propagação de falsas verdades, afinal, é praticamente impossível fiscalizar cada site da rede.

A realidade é que as máquinas foram criadas a fim de ajudar o ser humano, em seu dia a dia corrido, onde com certeza as vidas de inúmeras pessoas seriam muito mais complicadas sem geladeira, celular, carro, computador, o computador de bordo de um carro que de forma mágica indica como chegar no shopping mais próximo, e inúmeras outras criações fantásticas, mas para isso basta, apenas, cada um definir até onde a tecnologia deve entrar em sua própria vida.

Embora ainda, alguns nos países tecnologicamente avançados se deleitem em mencionar os ‘bons tempos antigos’, poucos se dispõem a abandonar o amplo número de eletrodomésticos que poupam tempo e esforço, facilitando muitas vezes nossas tarefas habituais, e que eles encaram como corriqueiros, ou a que se acostumaram em sua vida diária. Mas para a maioria esmagadora a verdade é que ainda não paramos para pensar, do seria das nossas vidas sem estas extraordinárias invenções.

Politica. Por, Bruno Henrique Rocha de Oliveira.




A mulher na Presidência do Brasil

Na maior parte da História, as formas de governo foram monárquicas, onde ao passar dos anos o poder politico político sofreu uma mutação da força, onde do governante se esperava que fosse um chefe militar, e após tantas lutas pela democracia popular esse governante passaria a ser escolhido pelo povo para representá-lo, se tornando um chefe de Estado, onde por muito tempo esses condutores do Estado deveriam ser representados pelas figuras masculinas, uma vez que a sociedade preconceituosa e machista, acreditava que a força, seria característica mais dos homens que das mulheres.
Mas, a partir do século XIII, as monarquias europeias vão se tornando hereditárias. Cada rei procura ser sucedido pelo filho. Mas qual o sexo do rebento? Se o rei tem filhos, meninas pouco importam. Mas, se só nascerem filhas, poderão reinar? Garantir a sucessão é a forma de um rei assegurar que sua política continue. Melhor com um filho varão, mas na sua falta, o rei preferirá uma filha a um irmão ou primo.
Este ano, pela primeira vez na história do Brasil uma mulher assumiu o cargo de Chefe de Estado, ou melhor falando o cargo de Presidenta do Brasil, lembrando que há tempos atrás entre os três ou quatro principais candidatos à presidência da República, estavam duas mulheres. Em 1989, a pouco conhecida Livia Maria foi a primeira mulher a disputar a presidência e ficou em 17º lugar, e alguns anos atrás, a senadora Heloisa Helena passou dos seis milhões de votos, marca notável para um partido pequeno como o seu.
A Democracia se aprende, se constrói, se cria. É como se nosso hipotético sistema operacional, cada vez que tem de reagir a uma surpresa, a uma novidade, a algo inesperado, e desconhecido.
Diante desses milênios de autoritarismo, que nos marcavam, fica claro que a partir de agora haverá mais igualdade dos sexos, mostrando para todos que a mulher pode ser tão forte e inteligente quanto, embora a eleição da primeira Presidenta do Brasil não tenha sido motivada por uma questão de gênero, o fato é, que haver uma mulher no comando do país permite-nos alimentar fundadas esperanças de que muitos dos problemas que as mulheres vêm enfrentando na sociedade possam ser claramente combatidos, e eliminados talvez.

Moda. Por, Bruno Henrique Rocha de Oliveira.




A moda no cotidiano

Há muito preconceito em relação à moda, em parte porque tem um caráter temporário, e porque ela tem a ver com a aparência, supostamente privilegiando o superficial, porém a moda já deixou de ser sinônimo de futilidade e improvisação há muito tempo, tornando-se tendência de consumo da atualidade. Lembrando que a palavra “moda” vem do latim modus, significa “modo”, “maneira”. É um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social, sociológico.
Aos poucos, a evolução do vestuário foi acontecendo, e atualmente tratar de moda implica lidar com elementos os mais complexos, especialmente quando combinados. Tangemos valores como imagem, autoestima, estética, padrões de beleza, inovações tecnológicas, top models, moda de rua, tribos, criatividade, talento, enfim, nada é eterno na moda.
A moda é abordada como um fenômeno sociocultural que expressa os valores da sociedade - usos, hábitos e costumes, composta de diversos estilos o que podem ter sido influenciados sob diversos aspectos, que acompanha o vestuário e o tempo, que se integra ao simples uso das roupas no dia-a-dia, sendo uma forma passageira e facilmente mutável de se comportar, e sobretudo de se vestir ou pentear.
Mas no final das contas, quem cria ou define a moda é a própria pessoa que veste a roupa, tendo em conta as cores, combinações, o tipo de roupa e as ocasiões para a qual vai vestir, não esquecendo a estação do ano em que se for usar, porque a moda é uma arte que se usa, que se leva para a rua, é uma arte de consumo a que todos têm acesso. E é fundamentalmente uma arte humana. Uma arte feita por e para o homem.

Clima, Tempo, Meio Ambiente. Por, Bruno Henrique Rocha de Oliveira.




Clima, Tempo, Meio Ambiente
O Meio ambiente pede socorro

O meio ambiente foi feito para nós vivermos e preservá-lo com muito amor e carinho, nós devemos tratá-lo muito bem, dando o máximo que pudermos para preservá-lo, mas o que acontece na atualidade que estamos sendo surpreendidos a todo tempo com desastres ambientais, onde nunca antes se debateu tanto sobre o meio ambiente as graves alterações climáticas, as crises no fornecimento de água devido a falta de chuva e da destruição dos mananciais e a constatação clara e cristalina de que, se não fizermos nada para mudar, o planeta será alterado de tal forma que a vida como a conhecemos deixará de existir.
Tem pessoas que destroem as árvores com queimadas, isso é ruim, porque prejudica a si mesmo e a vida de muitos, e sem o oxigênio que as árvores transmitem não estaríamos aqui hoje. E também essas queimadas pode levar muitas vezes a extinção dos animais que vivem nas florestas, cuidar do Meio Ambiente não é só plantar, mas sim fazer a sua tarefa do dia-a-dia, como, jogar o lixo no lugar apropriado, cuidar do ar que respiramos.
Existem muitas leis ambientais que proíbem a destruição da flora e da fauna, mesmo sabendo que essas leis ainda existem muitos que não fazem por onde para cumpri-las, mas o mais importante de tudo é educar e fazer com que o cidadão comum entenda que tudo o que ele faz ou fará; gerará um impacto no meio ambiente que o cerca. Não se pode esquecer que o meio ambiente é fonte de todas as nossas riquezas, não devemos destruí-la. Ela nos alimenta e fornece todos os produtos necessários à nossa vida. É o local onde vivem os animais e as plantas e até mesmo nós seres humanos.
Devemos preservar o nosso meio ambiente, pois com um meio ambiente poluído, a nossa vida ficaria muito difícil, e hora de nos conscientizemos e façamos alguma coisa para preservar o nosso meio ambiente, e assim garantir uma vida melhor e mais satisfatória, para todos, e para as gerações futuras. O meio ambiente foi feito para nós vivermos e preservá-lo com muito amor e carinho.

Gastronomia. Por, Bruno Henrique Rocha de Oliveira.





A arte de cozinhar




De norte a sul, de leste a oeste, a gastronomia brasileira, é o produto mais híbrido que se tem notícia na história da gastronomia mundial, talvez por ser produto da intensa miscigenação cultural que se processou em nossa terra ao longo dos últimos cinco séculos. Por trás de cada escolha alimentar, existem inúmeras determinantes, que têm sua origem em nosso passa do familiar, em nossa regionalidade, comer não é meramente um ato fisiológico, e sim uma construção cultural alicerçada na geografia, na história, na economia e, inclusive, em nossas crenças religiosas.

A gastronomia carrega os ingredientes criatividade e espontaneidade, onde a arte de cozinhar tem a finalidade de dar o maior prazer a quem come. Uma receita não é absoluta, ela pode ser alterada e variada conforme a paixão e o envolvimento daquele que a faz e que a degusta em sua criação. Reunir amigos para saborear um prato é um espetáculo e um prazer posteriores às fases de leitura, degustação da receita, envolvimento, entrega, criação e prazer.
A miscigenação culinária brasileira foi capaz de misturar poloneses com nagôs, alemães com portugueses, italianos com chineses e japoneses com índios, assim, das mais diversas origens surgiram os mais variados e exóticos pratos que fazem a alegria das mesas de nosso país, onde devemos tentar compreender a complexidade de informações que emana de cada receita, de cada ingrediente, de cada técnica culinária, de cada prato.
Nesse sentido, compreender o que comemos, onde comemos, quando e como comemos, é uma saborosa e palatável maneira de nos apropriarmos de informações ricas, diferencia das e valiosas. Esse exercício poderá nos levar à compreensão das nossas raízes, do lugar em que fomos criados. Só assim o ato de comer terá a dimensão cultural que merece, e graças a Deus criaram a gastronomia para trazer para o nosso paladar sensações inexplicáveis.

Esporte. Por, Bruno Henrique Rocha de Oliveira.




Esporte no Brasil


Podemos definir o esporte de duas formas, um momento de rivalidade, onde todos que estão ali naquele instante participando de uma competição buscam a vitória, mas tem o outro lado, para aqueles que praticam apenas por hobby buscando apenas o bem estar, mas em geral é carregado de características positivas trazendo paz e união entre os povos numa competição saudável.
Algumas modalidades esportivas se praticam mediante veículos ou outras atráves de máquinas que não requerem realizar esforço, em cujo caso é mais importante a destreza e a concentração do que o exercício físico. Idealmente o esporte diverte e entretém, e constitui uma forma metódica e intensa de um jogo que tende à perfeição e à coordenação do esforço muscular ou até mesmo mental, tendo em vista uma melhora física e espiritual do ser humano, onde existem diversas modalidades esportivas que podem ser coletivas, duplas ou individuais, com ou sem adversário.
Também podemos definir esporte, como um fenômeno sociocultural, que envolve a prática voluntária de atividade predominantemente física competitiva com finalidade recreativa, ou profissional, ou ainda predominantemente física não competitiva com finalidade de lazer, contribuindo para a formação, desenvolvimento e/ou aprimoramento físico, intelectual e psíquico de seus praticantes e espectadores. Além de ser uma forma de criar uma identidade esportiva para uma inclusão social.
Atualmente, no Brasil, o esporte tem uma importância crucial, pois além de tirar os jovens de más influências, faz com que eles tenham em seus ídolos uma perspectiva melhor, mostrando então para todas as nações a importância do esporte na vida de todos, possibilitando que todos possam conviver de uma forma amistosa, pacífica, independente de raça, cor, seja pobre ou rico.

Entreterimento. Por, Bruno Henrique Rocha de Oliveira.



A importância do lazer

Na correria dos dias atuais muito se constata, que muitos problemas de saúde física e mental têm sido acarretados devido à sobrecarga de trabalho, falta de tempo livre desprendido para o lazer e o bem estar. Estudiosos têm feito pesquisas e têm descoberto que lazer, esporte, saúde e integração social são ações que se complementam. Os benefícios do lazer são percebidos pela constatação da melhoria da saúde, diminuição do estresse, do absenteísmo, dos acidentes no trabalho, pois pode proporcionar mais disposição e integração entre os trabalhadores, além do resgate de valores e enriquecimento cultural.
Com essa realidade, mostra a importância de ter um espaço no dia a dia reservado para o entretenimento, onde este por ser um conjunto de actividades que o ser humano pratica sem outra utilidade senão o prazer, desvia do espírito das coisas diferentes das que geramente preocupam. Pode ser uma distração, um passatempo ou um desporto, onde cada um tem aquilo que mais lhe traz prazer, dentre elas temos a nossso dispor muitas opções como, cinema, dança, esportes, jogos, leitura, música, pesca, e etc.
O levantamento traz alguns dados curiosos como, por exemplo, o fato de nada menos que 93% dos brasileiros considerarem navegar pela internet uma forma de entretenimento. Mas levanta também algumas boas notícias para os profissionais de turismo, já os dados da pesquisa apontam que o maior desejo dos brasileiros, consideradas opções nacional, internacional ou de carro, é mesmo viajar: 81% sonham viajar de avião pelo Brasil, 75% para o Exterior e 70% de carro pelo País.
Portanto, na busca de entender o que emociona o brasileiro, constatou-se ainda que entretenimento para o brasileiro seja em sua maioria, fugir do estresse do dia a dia, e considerando a valiosa contribuição destas idéias, intenciona-se com isto, a proposta de descobrir o lazer dentro das atividades simples do seu dia a dia para atenuar o trabalhado estressante, a rotina diária e a falta de tempo, fazendo com que tenham momentos de descontração, relaxamento e reposição de energia, os quais são importantes para uma vida mais saudável, feliz, gerando o desenvolvimento pessoal e profissional.