sábado, 26 de março de 2011

Reforma Política?. Por Hamilton Wilson.


Nas últimas semanas os jornais e telejornais tem abordado com certa frequência o tema da reforma do sistema politico brasileiro. Mas o que vem a ser esta reforma e no que afetará nossas vidas: Para responder estas questões faz-se necessário algum entendimento de como funciona hoje o nosso sistema politico e quais são as propostas de modificações mais em evidência.

O sistema eleitoral brasileiro é regido atualmente pela Constituição de 1988 e pelo Código Eleitoral de 1965. Desde então, a única mudança significativa foi a introdução, em 1997, do principio da reeleição para os cargos executivos. As eleições para os diversos cargos públicos são definidas da seguinte forma:

Cargos executivos:

Presidente, governadores e prefeitos, são eleitos através do sistema majoritário, ou seja, para eleger-se o candidato deve obter a maioria absoluta dos votos. Em um pluripartidarismo como o que vivemos faz-se por Hamilton Wilson necessário a eleição em dois turnos, para que esta maioria possa ser alcançada.

Cargos legislativos (temos duas situações distintas):

Os senadores são eleitos pelo sistema majoritário, mas diferentemente dos cargos executivos a eleição se da através da obtenção da maioria simples. Não há necessidade de se realizar um segundo turno de votação.

Os componentes das Câmara dos Deputados e dos órgãos legislativos estaduais e municipais, são eletos através do sistema proporcional. O numero de vagas em cada casa é definida de forma proporcional a população de cada estado, cidade ou município. O código eleitoral determina ainda, que o sistema proporcional deve contemplar o sistema de lista aberta, onde a definição do numero de vagas obtidas por cada partido é resultado do somatório de todos os seus candidatos. Uma vez determinado o numero de vagas, estas serão preenchidas pelos candidatos mais votados.

Ainda não se sabe efetivamente o quão ampla sera essa reforma. Entretanto, seria seguro afirmar que temas como: o financiamento de campanhas, o voto distrital, o voto em lista e restrição na troca de partido, farão parte dos debates das comissões formadas tanto no Senado Federal quanto na Câmara dos Deputados.

O financiamento de campanhas é feito hoje através de um fundo partidário e por doações recebidas de pessoas físicas e jurídicas. Os críticos desse modelo argumentam que este tipo de financiamento propicia escândalos como o do Mensalão e cria “vínculos de interesses” entre políticos e doadores, principalmente as empresas.

A opção ao modelo vigente seria o financiamento exclusivamente público, que também atrai uma série de críticas quanto a sua eficácia em evitar a corrupção, uma vez ser impossível impedir que pessoas físicas colaborem com instituições. Preocupante ainda seria a força que o grandes partidos passariam a ter em detrimento da sobrevivência do pequenos. Em sendo publico o financiamento seria feito com o dinheiro de todos situação que provoca o questionamento moral se seria correto obrigar as pessoas as financiarem, com seus impostos, partidos com ideais diferentes dos seus.

O voto distrital é a opção mais discutida no momento como um provável substituto ao sistema proporcional. Discute-se duas variações do voto distrital, o puro e o misto. No sistema distrital puro os eleitores votam naqueles candidatos cujo domicílio deve estar localizado no mesmo bairro ou região administrativa onde reside. O voto distrital admite a eleição por maioria simples ou absoluta, em dois turnos. Os defensores deste sistema alegam que ele propicia uma maior proximidade do eleitor com seus representantes resultando em uma maior fiscalização. Evitaria ainda situações como a do deputado eleito Tiririca que, em função do numero de votos obtidos na ultima eleição carreou votos para eleger dois outros deputados que isoladamente não seriam eleitos.

No voto distrital misto metade das vagas são ocupadas por eleitos através do sistema puro e a outra metade, através do sistema proporcional. Alegam os defensores dessa variação, que o sistema puro forma bancadas de representantes excessivamente ligados a problemas locais, relegando a um segundo plano problemas de âmbito nacional e internacional.

A lista fechada diferentemente da aberta, não é formada com base no numero de votos recebidos por cada candidato. A lista é confeccionada pelos partidos políticos previamente ao pleito e ao eleitor cabe votar na lista, ou melhor, no partido. As vagas obtidas por cada agremiação ser ocupadas respeitando a ordem desta lista. A lista fechada é uma possibilidade discutida tanto para substituir a lista aberta no sistema proporcional como no voto distrital misto.

Seria oportuno, que a sociedade aproveitasse o momento, para pressionar o Congresso a expandir essa reforma e incluir nas suas discussões e propostas, temas como: a imunidade parlamentar, a melhoria do “ficha limpa”, transparência na remuneração dos ocupantes dos cargos legislativos, dentre outros.

De nada vai adiantar mudar o mecanismo se as engrenagens que o movimentam não forem ajustadas. Esta é uma boa hora para a sociedade exercer pressão, para que essa reforma resulte em um sistema que efetivamente represente os interesses do povo e possa ser responsabilizado pelos seus atos. Todos estão cansados dos: mensalões, dinheiro em cuecas, dossiês, compra de votos e outras ilegalidades, que povoam as casas legislativas do país.

Esportes. Por, Susana Riechert.


Os gregos inventaram os Jogos Olímpicos há mais de 3 mil anos para exibir suas habilidades e agradar aos deuses, principalmente Zeus.
Além da religiosidade, os gregos buscavam através dos jogos olímpicos a paz e a harmonia entre as cidades gregas. Os jogos mostram também a importância que os gregos davam aos esportes e a um corpo saudável.
Os jogos deixaram de existir no começo da Era Cristã, quando os romanos dominaram a Europa por volta do século ll antes de Cristo.
Os Jogos Olímpicos são retomados em Atenas em 1896. Nesta primeira Olímpiada da Era Moderna participaram 285 atletas de 13 países para disputarem um conjunto de modalidades esportivas.
As Olímpiadas têm como seu principal objetivo promover a paz e a amizade entre os povos. A própria bandeira olímpica representa essa união de povos e raças, pois é formada por cinco anéis entrelaçados representando os cinco continentes.
No entanto, apesar do seu principal objetivo, houve algumas olímpiadas que não representaram essa união.
Nas Olímpiadas de Berlim em 1936, o chanceler alemão Adolf Hitler, por ter a convicção da superioridade da raça ariana, não ficou para a premiação do atleta norte-americano negro Jesse Owens, que ganhou quatro medalhas de ouro.
Nas Olímpiadas em Munique ( 1972 ) um atentado do grupo terrorista palestino Setembro Negro matou 11 atletas da delegação de Israel. Os Jogos Olímpicos, a partir desse evento, ganharam uma preocupação com a segurança dos atletas e dos envolvidos nos jogos.
Também, em plena Guerra Fria, os EUA boicotaram os Jogos Olímpicos de Moscou em 1980, devido à invasão no Afeganistão pelas tropas soviéticas.
Nas Olímpiadas de Los Angeles em 1984, a URSS não participou dos jogos alegando falta de segurança para a delegação de atletas soviéticos.
No ano de 2008, as Olimpíadas foram realizadas na cidade de Pequim e as próximas ocorrerão em 2012 na cidade de Londres.
Depois de três tentativas fracassadas, o Rio ganha as Olimpíadas de 2016 e o Brasil já se prepara para gastar R$ 25,9 bilhões.
Os jogos olímpicos antigos saudavam os deuses gregos, mas os jogos modernos procuram a paz, a amizade e o bom relacionamento entre todas as nações.

Arte. Por, Susana Riechert.




Arte é algo difícil de definir. Pode-se dizer que a arte representa um ideal de beleza e harmonia que é influenciada por um pensamento, uma ideologia, uma época ou lugar.
Algumas produções humanas são facilmente identificadas como "obras de arte". É o caso da arte egípcia. A religião influenciou toda a vida egípcia, determinando o papel de cada classe social e por fim orientando toda a produção artística desse povo.
Além de acreditar que os deuses poderiam interferir na história humana, os egípcios acreditavam que após a morte a alma voltaria para habitar o corpo ou algo que lembrasse o morto.
A arte egípcia se baseava principalmente na glorificação dos deuses. Os escultores egípcios representavam os faraós e os deuses em posição serena sem demonstrar nenhuma emoção. Tentavam mostrar assim uma ilusão de imortalidade.
As pirâmides do deserto de Gizé são as obras arquitetônicas mais famosas e elas pretendem mostrar solidez e durabilidade, sentimento de eternidade e aspecto misterioso e impenetrável.
Os monumentos mais significativos da arte egípcia são os túmulos e os templos. Eles são divididos em três categorias, as quais são: a pirâmide, que é o túmulo real, destinado ao faraó, a mastaba, que é o túmulo destinado a nobreza e o hipogeu que é o túmulo destinado à gente do povo.
Quanto à pintura, eram representadas maiores as pessoas com maior importância no reino, ou seja, primeiro vinha o rei, seguido de sua mulher, depois o sacerdote, os soldados e por fim o povo.
Os egípcios escreviam usando desenhos. Eles desenvolveram três formas de escrita, que são os hieróglifos - a escrita sagrada; hierática - utilizada pela nobreza e pelos sacerdotes e a demótica- escrita popular.
Enquanto a arte egípcia é uma arte que tem como fundamento a glorificação dos deuses, a arte grega se baseia na inteligência, pois os seus reis eram seres inteligentes e justos que se dedicavam ao bem-estar do povo. A arte grega contempla a natureza, a busca da perfeição, o racionalismo, amor pela beleza, interesse pelo homem e a democracia.
Resumindo, uma obra de arte depende do contexto em que ela foi produzida, como por exemplo, da época ou do lugar.

Tecnologia. Por Susana Riechert.


Em Hanover, na Alemanha, entre 1 à 5 de março houve a edição 2011 da CeBIT, uma das maiores, senão a maior, feira de tecnologia do mundo. Nesta feira, fabricantes e visionários do mundo mostraram as novidades e as tendências para os próximos anos.
O nome CeBIT vem de "Centrum fuer Buero und Organizationstechnik" ou Centro de Tecnologia para Escritórios e Organização.
Nesta feira participaram 4200 empresas vindas de 70 países e aproximadamente 330 mil visitantes compareceram.
Uma das novidades mostradas foi a tecnologia da Tobii, desenvolvida em parceria com a chinesa Lenovo, que permite controlar o notebook com os olhos, graças a sensores instalados na máquina.
Este notebook foi desenvolvido principalmente para pessoas que sofrem de paralisia pudessem usar computadores. Foram produzidos 20 máquinas para testes. Os desenvolvedores acreditam que com a interface é possível apontar, selecionar ítens e rolar páginas apenas com os olhos. A tecnologia funciona tanto com óculos quanto sem óculos.
Outra novidade mostrada na feira foi o Thespian, que é um robô que foi criado para atividades de entretenimento. Ele canta e interpreta Shakespeare com um inglês perfeito. Este robô não vai obedecer ordens como limpar o chão ou buscar o jornal, ele só foi feito para entreter.
O Thespian foi criado pela empresa Engineering Arts, da Inglaterra e se parece bastante com robôs que estamos acostumados a ver em filmes de ficção ciêntífica. O Thespian está disponível para venda e locação a partir de US$ 50 mil.
Entre as vantagens e desvantagens que a tecnologia traz para a sociedade, pode-se afirmar que a tecnologia torna a produção mais rápida e maior e que o resultado final é um produto mais barato e com maior qualidade. No entanto, uma de suas desvantagens é a poluição e a outra é o desemprego causado pelo uso intensivo das máquinas na indústria, na agricultura e no comércio.
Resumindo, se por um lado, a tecnologia traz enormes benefícios para a sociedade, também traz inúmeras desvantagens, já que cada vez mais o trabalho do homem é subsituído pelo trabalho das máquinas.

terça-feira, 8 de março de 2011

Culinária. Por Hamilton Wilson.


A culinária, além de nos trazer grande satisfação e prazer aos nossos sentidos: visual, olfativo e gustativo, é fonte de inúmeras curiosidades quando procuramos descobrir a origem de certas iguarias típicas, sejam do Brasil ou de outros países. O que dizer da feijoada, será que era realmente servida aos escravos. E o hamburguer, muitos afirmariam com certeza ser originário dos Estados Unidos. Em ambos os casos a resposta é negativa.

FEIJOADA

A origem da feijoada esta associada a crença de que surgiu como um alimento dos escravos, feito a base de sobras de carne, oriundas do abate de porcos, misturadas com feijão e postos a ferver. Diversos registros históricos confirmam que os escravos eram bem tratados, apesar da crença popular de maus tratos, pois custavam caro e para produzirem necessitavam ser bem alimentados. Mas então de onde vem a nossa tradicional feijoada? Muito provavelmente, foi trazida ao Brasil por famílias portuguesas oriundas da região norte de Portugal. Nesta área é muito comum um prato a base do cozimento do feijão: branco no noroeste (Minho e Douro Litoral) e no nordeste (Trás-os-Montes), com vegetais (tomate, cenouras ou couve), carne de porco ou de vaca e embutidos como: chouriço, morcela ou farinheira.

HAMBURGUER

O hamburguer apesar de muitos acreditarem se tratar de algo típico da culinária norte-americana tem suas origens no século XII, na Europa, mais precisamente na Rússia, quando da invasão do exército de Gengis Khan. Uma das principais características desse exército, formado em quase sua totalidade por cavaleiros, era a mobilidade, não paravam nem mesmo para as as refeições diárias. A base da alimentação eram pedaços de carna crua colocadas entre a manta e sela dos cavalos, para amaciar.

Essa carne crua “amaciada” foi incorporada à culinária russa e sua receita aprimorada, com a incorporação de cebola e ovos crus. Essa receita foi trazida para Hamburgo, na Alemanha, no século XVII, por navegantes que atuavam no comércio com Moscou. Por serem os russos, na época, conhecidos como tártaros, os alemães passaram a se referir a esse prato como “stake tartare”, ainda hoje uma iguaria muito apreciada na Europa.

Em meados do século XVII, o “stake tartare” passou a fazer parte da alimentação levada a bordo dos navios alemães. Sua receita sofre uma nova variação, passa a incluir pedaços de pão e é levemente defumada para retardar a deterioração da carne durante as viagens. Essa receita é levada aos Estados Unidos provavelmente por imigrantes alemães. Há registros do século XVIII indicando que, estandes de comida no porto de New York, ofereciam o “Hamburg Steak” ou carne preparada no estilo de Hamburgo. A modalidade com a carne moída só foi introduzida no século XIX com a invenção do moedor de carne.

MOLHOS

Os molhos tem sua origem em preparados que ajudavam a conservação dos alimentos. Tanto na língua inglesa quanto na francesa molho é “sauce”, no Espanhol, salsa. Ambas derivadas da palavra sal, produto indispensável na preservação de alimentos.

A maionese foi inventada no século XVIII pelo cozinheiro do Duque de Richelieu, enviado pelo rei Luis XVI para expulsar os ingleses de Mahon. Proibido de usar fogo ao cozinhar, de forma a não atrair a atenção do inimigo, ele preparou um molho com o que havia a mãos: ovos, sal e azeite. Batizou-o em homenagem à cidade.

O “ketchup” é uma variação do “Ketiap” chinês, utilizado por marinheiros holandeses no século XVII. O “ketiap” é uma salmoura para peixes, a base de soja, sal e vinagre. Essa receita foi modificada ao longo do tempo até chegar ao molho que conhecemos e muito apreciado por norte-americanos e ingleses.

DOCES PORTUGUESES

Portugal era, nos século XVIII e XIX , o maior produtor de ovos da Europa. O destino dessa produção era principalmente a atividade manufatureira, onde havia grande demanda pela clara dos ovos. A clara era utilizada pelos produtores de vinho, servindo como elemento filtrador das impurezas do vinho. Era ainda muito utilizada para engomar tecidos e roupas.

A gema descartada, era utilizada na alimentação dos porcos, mas devido a grande quantidade muito era destinado ao lixo. Com o excesso de açúcar vindo das colonias, especialmente do Brasil, as cozinheiras, principalmente dos conventos, inciaram experimentos culinários com esses dois produtos. Motivo pelo qual muitos dos nomes de doces portugueses que conhecemos são inspirados na fé católica, como: barriga de freira, o toucinho do céu, o papo-de-anjo, a fatia-de-bispo e o pão-de-ló.

Encerro com uma sugestão, quando se depararem com um prato típico que apreciem, procurem saber a respeito de sua origem. Afinal, a culinária é também fonte cultura.

Turismo na Laje. Por Tiago Paiva.


Com paisagens exuberantes, praias paradisíacas e símbolos e ícones arquitetônicos conhecidos mundialmente, seria natural imaginar que estes lugares fossem preferência no gosto dos turistas estrangeiros ao chegar ao Rio de Janeiro. O que não era de se esperar é que eles fossem sofrer a concorrência de um novo e surpreendente concorrente: O Turismo nas favelas.

O Processo de pacificação e urbanização pelo qual tem passado as comunidades, antes tomadas pelo tráfico, tem despertado a curiosidade dos visitantes, que se sentem atraídos a conhecer a cultura, gostos e sabores destes locais ‘exóticos’. Lugares como a Rocinha, localizada entre a Gávea e São Conrado, vem conhecendo os benefícios do turismo já há algum tempo. Turistas estrangeiros, em sua maioria Europeus, sobem o morro pelo acesso que vai pela Estrada da Gávea, pagando em média R$100,00 por pessoa pelo passeio em um Jipe, para desfrutar da vista e aguçar a curiosidade de conhecer a vida daquele povo. E o que falar das feijoadas para turistas que acontecem nas lajes do Vidigal as finais de semana, tendo como cenário as praias do Leblon, Ipanema e um lindo por-do- sol?

Algumas favelas como o Morro Santa Marta, Chapéu mangueira, Vidigal, Cantagalo e Pavão-Pavãozinho estão localizadas em pontos estratégicos, em plena área nobre da cidade, e usam agora do seu bom posicionamento para desenvolverem novas formas de gerar lucro e receita para seus moradores, enxergando assim no turismo a possibilidade mais certa e viável.

Melhorias feitas a partir das obras do PAC, tais como o teleférico no alemão e a implantação de UPP’s aguçam a curiosidade das pessoas em conhecer estas comunidades hoje livres’ do crime e das drogas. Estrangeiros lotam o novo elevador do Cantagalo que tem vista panorâmica sobre Ipanema para ver o pôr-do-sol na cidade. Outros querem conhecer a laje do morro Dona Marta, onde Michael Jackson gravou um de seus clipes. Esta foi a primeira favela a ser pacificada. Hoje é chamada por alguns de ‘La Boca’ do Rio de Janeiro (alusão ao Bairro de Buenos Aires cheio de casinhas coloridas).

Com os projetos que vem sendo implantados nas comunidades e com a sua ampliação para outras regiões, ganham os moradores destes locais, ganham os moradores do asfalto que ganham uma cidade mais segura e bonita e ganham os turistas que recebem mais uma opção de laser. Que com a receita gerada pelos turistas nesses locais antes degradados e esquecidos, possam fazer com que essas comunidades passem a pertencer ao mapa desta cidade e que seus moradores não sejam, mas conhecidos apenas como flagelados, mas como pessoas que disseminam uma imagem positiva, a cultura, a beleza e alegria do Rio de Janeiro no Brasil e no mundo.

Turismo e Lazer. Por, Susana Riechert.


Eu e mais duas colegas de trabalho queríamos ir para um país em que pudéssemos fugir do frio da Alemanha. Elas deixaram a organização da viagem, ou seja, a data da viagem, o país, o vôo, o hotel e lugares para conhecer comigo.
Como eu já havia tirado férias na Grécia ( Mykonos ) e na Espanha ( Mallorca ), pensei em Portugal. Logo, fui a uma agência de viagens e apanhei prospectos e comecei a pesquisar preços de hotéis e vi que se fôssemos a Portugal até antes de final de março, a nossa estadia sairia quase de graça.
Saímos de Munique com neve e muito frio nos últimos 8 dias antes do final do mês de março e chegamos em Lisboa com 27 graus. O dia estava belíssimo e chegamos muito contentes. O hotel em que ficamos ( Hotel Almirante ) era bastante confortável para um 3 estrelas e oferecia um ótimo café da manhã. De Lisboa fomos um dia à Fátima e também estivemos em Estoril, Cascais e Sintra. Em Lisboa conhecemos os pontos turísticos e também não poderíamos deixar de ir a um shopping e assim fomos ao Centro Colombo, o maior shopping que já estive.
Depois seguimos viagem para o Algarve e ficamos em Vilamoura, num hotel que recomendo que se chama Hotel Vila Galé Ampalius. Se em Lisboa, já estávamos super satisfeitos com a nossa estadia, em Vilamoura foi um sonho. O hotel é simplesmente espetacular e é o melhor café da manhã que já tive e eu já viajei muito e fiquei sempre em bons hotéis. E o melhor de tudo nisso, é que nossa estadia tanto em Lisboa quanto Vilamoura foi praticamente de graça. Mas isso se você viaja antes do final de março.
Vilamoura é um lugar especial, é conhecido principalmente por quem pratica o golfe. É também um lugar sossegado para quem precisa sair do stress.
A Marina completou em 1999 um quarto de século. É uma localização privilegiada e é um dos pontos turísticos para os apaixonados da vida do mar. À noite, a paisagem é simplesmente lindíssima.
Também nos encantou os inúmeros restaurantes, a comida farta e saborosa em que disfrutamos em Portugal.
Se as pessoas se encantam no Rio com Buzios e Angra dos Reis, ou se encantam com o sul da França, ou se encantam com as praias em Mallorca ou com as ilhas gregas, vão se encantar mais ainda se conhecerem Vilamoura.