segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Entretenimento em Las Vegas. Por, Felipe Carvalho de Moura .



Em Las Vegas, a cidade que nunca dorme, joga-se ininterruptamente 24 horas por dia nas suas centenas de Slot Machines, mesas de Baccara, Blackjack, Dados, Poquer e Roleta, entre outros. Alem dos norte-americanos que invadem a cidade ao fim de semana, Las Vegas atrai, igualmente, milhares de turistas estrangeiros, homens de negócios que participam nas dezenas de seminários e convenções organizados anualmente nos centros de congressos da cidade.

Basicamente, a vida em Las Vegas esta organizada ao longo da sua maior avenida o Las Vegas Boulevard - The Strip, onde se localizam os principais hotéis temáticos. O Mirage Hotel and Casino, foi o primeiro mega-resort construído em Las Vegas, tem 3000 quartos, dotado de uma verdadeira floresta tropical, abriga um Secret Garden que recria o habitat de algumas espécies de animais em vias de extinção, como os tigres reais brancos. Se atravessar para o outro lado da rua e chegamos a Veneza. No Venetian Resort-Hotel Cassino, a Ponte de Rialto tem escadas rolantes e o Palácio dos Doges serve de porta de entrada para as lojas do Grand Canal, onde o visitante encontra uma recriação dos canais de Veneza e, ate, da Praça de S. Marcos! As gôndolas deslizam suavemente ao som do Sole Mio num perfeito cenário de cinema.


Ao fim do dia, recomenda-se uma subida ao Stratosphere, uma torre com 350 metros de altura, o mais alto restaurante rotativo do mundo e um magnífico panorama de todo este American Dream. Na verdade, as fantasias de neon, os reflexos e os efeitos de luz adquirem toda a sua beleza ao cair da noite. Os bares, cassinos e restaurantes estão cheios, os espetáculos vão começar e as discotecas preparam-se para abrir as suas portas.

Culinária Chinesa. Por, Felipe Carvalho de Moura.


A China possui uma das mais exóticas e conhecidas culinárias de todo o mundo. Na maioria das grandes e médias cidades do planeta, é possível encontrarmos algum restaurante chinês, mesmo que seja um fast-food. A principal característica da culinária chinesa é o contraste das cores, aromas e sabores de cada prato, uma tradição baseada no yin e yan: os pólos contrários se complementam. É comum vermos a mistura de pratos doces e salgados, picantes e agridoces, quentes e frios, etc.

Para os chineses, a cor, o aroma e o sabor dos alimentos possuem a mesma importância. Por isso são usados ingredientes específicos, como o alho-poró, o gengibre e a pimenta, que conferem um aroma bastante agradável aos pratos, que também são bastante coloridos.


A culinária da parte norte da China inclusive de Pequim se caracteriza principalmente pela importância das massas e frituras: talharim, pastéis, bolinhos de carne, etc. Já os pratos da região do sul do país são bastante variados. Não é novidade a utilização de iguarias muito exóticas, como barbatanas de tubarão, carne de cachorro, cobras, escorpiões e gafanhotos. Tais hábitos, bastante exóticos para os padrões ocidentais, foram assimilados pelos chineses em virtude dos períodos de pobreza, guerra e carência alimentar por que passaram ao longo da história.

Para comer, os chineses usam instrumentos parecidos com o hashi japonês, que segundo eles, tornam a comida mais saborosa. Geralmente, os mesmos não gostam de tomar bebidas junto com as refeições; dão preferência à sopa de soja.

Marketing Social Corporativo. Por, Eduardo Ricken .



Segundo Fontes (2001,)As primeiras discussões sobre o Marketing Social datam do final dos anos 60 em relação aos programas de saúde pública, embora o termo inicialmente fosse rejeitado pelos profissionais da área”. Com o desenvolvimento de novos conceitos para o marketing, Andreasen (2002,) buscou definir Marketing Social como uma “aplicação das tecnologias de marketing comercial à análise, planejamento, execução e avaliação de programas projetados para influenciar o comportamento voluntário de públicos-alvo com o intuito de melhorar seu bem-estar pessoal e o da sociedade”.

Credidio (2005) considera o Marketing Social como uma ferramenta de gestão e afirma que, por meio disso, reúne “ações de programas desenvolvidos para a promoção da mudança social, mediante o emprego das técnicas de marketing tradicional”.

A estratégia de Marketing Social Corporativo está relacionada à mudança

comportamental, que tem o objetivo de melhorar a saúde pública, a segurança, o meio ambiente e o bem-estar comunitário. Segundo Kotler e Lee (2005) para se atingir o sucesso com a aplicação dessa estratégia, “conta-se com os mesmos princípios e técnicas do marketing, pela análise da situação, seleção de públicos-alvo, estabelecimento de objetivos de comportamento, barreiras e benefícios para a mudança de comportamento”. Andreasen fala de objetivos quando afirma que o Marketing Social “busca, por meio da interação contínua com o cliente, modificar ou influenciar o comportamento deste, de modo que os problemas a ser resolvidos sejam reduzidos, quando não eliminados”. Dessa

maneira, as campanhas de Marketing Social Corporativo são notavelmente voltadas para influenciar o comportamento de um público, mesmo que para isso se utilize a construção da consciência e de recursos educacionais, para alterar crenças e atitudes, assim como é similarmente utilizado pela estratégia de Patrocínio. A estratégia de Marketing Social Corporativo tem como alvo campanhas que envolvam questões específicas da sociedade, principalmente nas áreas de saúde, segurança, meio ambiente e envolvimento comunitário, com a finalidade de despertar a percepção para a causa, estimular a revisão de conceitos e incentivar o interesse pela mudança. Fontes (2001)confirma isso quando diz que, Processos de utilização dos meios massivos de comunicação de ampla cobertura, principalmente o rádio, televisão e propaganda escrita, foram adaptados para o desenvolvimento de campanhas com temas sociais. Não se pode negar que isso resultou em uma importante contribuição para o aumento da consciência dos indivíduos sobre os problemas de saúde associados a comportamentos específicos e à necessidade de mudança.

Para Kotler e Lee (2005) na área da saúde, as iniciativas de aplicação da estratégia estão voltadas para campanhas de “prevenção do uso de tabaco, do câncer de mama, do câncer de próstata, da dependência do álcool, da gravidez na adolescência, câncer de cérebro, desordens alimentares, diabetes, doenças do coração, HIV/AIDS”, além da preocupação da saúde oral e do incentivo à prática de exercícios físicos. Para a preservação da segurança e prevenção de acidentes os autores afirmam que são realizadas campanhas de segurança no trânsito, segurança no manuseio e armazenagem de armas, prevenção de afogamento, de suicídio e prevenção de emergências ou técnicas de primeiros

socorros. Na questão ambiental são utilizadas campanhas de conservação da água, energia elétrica, uso de pesticidas, poluição do ar, preservação de animais selvagens e em extinção e prevenção do lixo. Já na questão de envolvimento comunitário estimula-se a prática do Voluntariado, a votação, direitos animais, doação de sangue e de órgãos e prevenção do crime.

A escolha da questão que será apoiada pela estratégia geralmente é influenciada por uma conexão natural com o negócio ou cultura da empresa ou por uma tendência social. De acordo com Kotler e Lee (2005)“embora as empresas possam desenvolver e implementar suas próprias campanhas, geralmente são formadas parcerias com órgãos públicos ou instituições sem fins lucrativos que se relacionam com a causa, para maior alcance dos objetivos”.

Alguns benefícios podem ser observados e freqüentemente são ligados aos objetivos de marketing, dentre eles Kotler e Lee apontam:

a) apoio ao posicionamento da marca, em que o consumidor cria um sentimento pela marca, por meio da compra de um produto e compara com produtos competitivos;

b) preferência pela marca, onde o consumidor cria associações da marca com a causa;

c) construção ou aumento do fluxo de compra, pela influência de mudança de

comportamento das campanhas de marketing;

d) crescimento das vendas;

e) lucratividade, através da redução de custos operacionais e despesas;

f) atração de parceiros entusiastas e de credibilidade, apoiados por setores públicos e organizações sem fins lucrativos;

g) impactos positivos pela mudança social de considerável parte da população.

Existem algumas questões que podem não ser tão boas para a empresa e causam certa preocupação no processo decisório de aplicação da estratégia de Marketing Social Corporativo.

Kotler e Lee afirmam que alguns “consumidores têm a tendência

cética sobre a real eficácia de campanhas motivacionais, tanto para a causa social quanto para o público direcionado, sendo necessário maior fundamento e apoio de profissionais especializados”.

Além disso, verifica-se que a mudança de comportamento é um processo relativamente lento e precisa de constante mensuração, monitoramento e ciência do público interno. Dessa maneira, segundo os autores, é necessário que se compreenda que a eficácia das campanhas depende muito mais do que a ação de “assinar um cheque”, requer um tempo maior para planejamento, implementação e integração com parceiros, mídia e canais de distribuição.

Para Kotler e Lee (2005) uma outra preocupação está relacionada às “críticas advindas daqueles que não vêem o Marketing Social como estratégia pertencente aos seus negócios e daqueles ainda que acreditam que as campanhas causam somente impacto individual, o que interfere nos direitos pessoais e na liberdade de escolha”. Nesse caso, é necessário estar preparado no sentido de se argumentar sobre os prejuízos e impactos financeiros que o comportamento inconseqüente pode causar.

PÃO DE AÇÚCAR - RIO DE JANEIRO. Por, Shanoa Pereira.



O Pão de Açúcar no Rio de Janeiro é um complexo turístico que inclui dois morros. O mais baixo chama-se Morro da Urca, com uma altura de 224 metros. O segundo morro, chama-se Pão de Açúcar, com uma altura de 395 metros.

O passeio pelo Pão de Açúcar, Rio de Janeiro, consiste numa subida em teleférico de duas etapas. A primeira etapa é até o Morro da Urca, e a segunda etapa é até o Morro Pão de Açúcar.

Alem do tour no teleferico, o Morro Pão de Açúcar no Rio de Janeiro, oferece ao visitante a posibilidade de fazer treking. Há dois caminhos abertos.

No entorno do Pão de Açúcar, aonde tomamos o teleferico, há um passeio muito agradável chamado Pista Cláudio Coutinho, na base do Morro da Urca, Rio de Janeiro. Na pista é possível ver macacos e flora típica brasileira.

O Pão de Açúcar, Rio de Janeiro, está situado num lugar muito atrativo, no barrio da Urca, perto do centro, da Enseada de Botafogo, e da Bahía da Guanabara de frente para o Océano Atlántico.

Ao pé do Pão de Açúcar no Rio de Janeiro, temos a Praia Vermelha, uma das tres praias do bairro Urca, Rio de Janeiro. Um passeio obrigado depois da subida ao Morro.

Um milhão de pessoas visitam o Pão de Açúcar, Rio de Janeiro, cada ano. O acesso é feito pela a Av Pasteur, no bairro da Urca. O Pão de Açúcar está a cinco minutos de Copacabana, e a 15 minutos do Botafogo, Flamengo, Ipanema e Leblon, os principais bairros da zona sul do Rio de Janeiro.

O Pão de Açúcar, RJ, esta situado no bairro da Urca, um dos bairros mais pitorescos da cidade do Rio de Janeiro. Urca conta com poucas ruas e avenidas, mas alberga três praias, três morros, duas fortalezas, e o Iate clube do Rio de Janeiro. Ademais o bairro Urca, conta com o cartão postal mais famoso da cidade do Rio de Janeiro: O Pão de Açúcar.

Nos arredores do bairro da Urca, Rio de Janeiro, há algumas outras atraçoes além do Pão de Açúcar, como a arquitetura art-deco e o antigo Casino da Praia, tudo isto no marco da magnífica Bahia da Guanabara.


Turismo. Por, Ara Pecego.



Parque Lage Rio de Janeiro

O Parque Henrique Lage é um parque público da cidade do Rio de Janeiro, localizado aos pés do morro do Corcovado, à rua Jardim Botânico. Possui uma área com mais de 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), em 14 de junho de 1957, como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro.

Beleza e atrativos

O Rio de Janeiro oferece a seus moradores e turistas que por aqui passam uma exuberante natureza conjugada com a modernidade de uma grande metrópole. O Parque Lage, por sua vez, possui não só seu requinte natural, ao oferecer a seus visitantes a sua bela floresta, palmeiras imperiais, jardins construídos nos moldes europeus, chafariz e bancos para um bom momento de descanso, como também o requinte e a classe de seu conjunto arquitetônico.

O Parque possui, ainda, um aquário em argamassa, o qual imita pedras e troncos de árvores; pontes, bancos, quiosques e uma gruta compõem a beleza artística da obra do parque. Há caminhos de saibro que levam os visitantes a determinados locais com vegetação abundante e a um lago, este último conhecido como “Lago dos patos”.

O Parque também é um bom local para as crianças e para os praticantes de trilhas. Para os primeiros, há espaços com brinquedos como balanços, gangorras e escorregas e, para os desportistas, há uma trilha que leva ao Corcovado.

Recuperação e melhorias

O Parque Lage foi recuperado em 2002 pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente, através da Fundação Parques e Jardins. Toneladas de lixo foram retiradas, o chafariz passou por reforma e os caminhos e trilhas foram devidamente recuperados. De acordo com o pedido da associação de moradores do local, uma calçada externa foi construída, bem como um estacionamento para aqueles que se dispõem a visitar o parque. Há, no Parque Lage, uma estátua de um pintor retratando o momento em que Tom Jobim, juntamente com seu filho João Francisco, plantam uma árvore. Esse tipo de homenagem ao compositor e poeta brasileiro, feito em 1984, serve para mostrar a necessidade de melhorias contínuas para que a beleza do parque não se perca.

ESPORTE: Estará tudo pronto para 2014? E quanto vai nos custar? Por, Francisco Fabrício Rocha.

O Brasil já vinha com o projeto de tentar sediar a Copa do Mundo ou as Olimpíadas há quase duas décadas. Mas os projetos nunca conseguiam convencer o comitê que realiza os eventos; e está lá o Brasil tentando novamente, até que pronto, conseguimos e em dose dupla sediar a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016! Finalmente convencemos a todas as organizações de que “no papel” seria tudo muito claro, rápido e que não faríamos feio. Pois bem, conseguimos convencer, mas colocar em prática, mesmo, é como todas as coisas no nosso país, demoram um pouco aqui e um pouquinho lá e no final a gente dá um jeitinho brasileiro pra dar certo. Porém o problema dessa vez é muito maior, uma vez que, não envolve somente os brasileiros e sim ao mundo, todos de olho em como o nosso governo cumpre o cronograma, atende a todas as exigências necessárias e se vai conseguir entregar tudo apto para o funcionamento para realizar dois eventos desta magnitude.

Por enquanto o que tem se visto por ai é uma longa embromação. Por que será? Poderia enumerar vários motivos, mas o que é intrigante, a meu ver, é o fato que deveria haver segundas opções viáveis no projeto para um possível problema, e não discutir isso a menos de três anos para a Copa das Confederações, um evento FIFA que é realizado um ano antes no país e serve para testar as estruturas todas, ou seja, daqui a três anos tem que estar tudo pronto ou 90% pronto.

E em meio a embargos de obras, licitações, reprovação da FIFA para alguns projetos começa a bater aquele medo se vai dar tudo certo, ai vem aquele político do seu estado exercendo o mandato atual e diz “Meus queridos e minha queridas podem ficar tranqüilos que vai dar tudo certo” ai você pensa ufa!!! Que bom!!! Porém quanto isso vai nos custar??? Lembra daquele jeitinho, pois é , podendo aumentar impostos para acelerar as obras e usar capital totalmente público para transformar isso futuramente pode pesar muito no bolso do povo. E como a nossa política ao longo dos anos não inspira nenhuma confiança com relação à corrupção e desvio de dinheiro chega a ser um prognostico assustador.

Acredito que estará tudo pronto até 2014 sim, conseguiremos um padrão de qualidade do evento quase tão bom quanto a dos países considerados de primeiro mundo, mas o preço que pagaremos por isso poder ser muito alto. Valerá a pena?


Charge: DALCIO

TURISMO – PETRÓPOLIS. Por, Francisco Fabrício Rocha.


Muito visitada durante a estação do inverno, a região serrana do estado do Rio de Janeiro atrai turistas pela sua temperatura amena, pela variedade gastronômica, e por sua cultura baseada nos moldes europeus. É neste contexto que a cidade de Petrópolis figura dentre as mais procuradas nesta época do ano.

Fundada por iniciativa de Dom Pedro II, é também conhecida por Cidade Imperial. Desde que o Imperador pernoitou na fazenda de um padre, de passagem pelo Caminho do Ouro que o levaria às Minas Gerais, ficou encantado com a exuberância e agradabilidade do clima. Foi seu desejo então, adquirir a propriedade para seu uso e, em especial, para o tratamento de sua filha, Princesa Dona Paula Mariana, de cinco anos, sempre muito doente e que se recuperou bem quando lá esteve.

Independentemente da época do ano, era em Petrópolis que moravam os representantes diplomáticos estrangeiros. E fato pouco conhecido é que entre 1894 a 1903, a cidade foi capital do Estado do Rio, em substituição a Niterói, devido à Revolta da Armada.

Com todo seu valor histórico, Petrópolis conta com diversas opções de pontos turísticos, os quais podem destacar: a casa de verão de Santos Dumont, o Palácio de Cristal, o suntuoso Hotel Quitandinha (que em seus áureos tempos foi considerado o maior cassino da América Latina), o Museu Imperial. Há na cidade também inúmeras opções de restaurantes, chalés e pousadas, onde o turista pode disfrutar do melhor que a serra pode oferecer.

A prefeitura do município também mantém uma série de programas culturais tais como festivais de cinema clássico, gastronômicos e concertos visando sempre agregar mais valor a já cultuada cidade.

Com certeza Petrópolis é uma ótima pedida tanto para um rápido passeio para fugir do agito da capital ou até mesmo para passar alguns longos dias no campo.